Há justificativa para uma agressão ?
Se estamos certos, isto nos permiti agredirmos o próximo ?
O mundo está assistindo mas uma vez as nações ocidentais ( nações cristãs ) atacando uma outra nação mais fraca ( rica em petróleo ) justificando o dever de defender o povo líbio.
Como servos de Deus temos o dever de amar e orar pelo próximo e não sermos alienados. Não sou a favor de nenhum ditador e muito menos um defensor daqueles que se rebelam contra uma autoridade, o que eu creio e defendo é o direito que cada um de nós temos de escolhermos aqueles que nos governa.
Vamos orar pelo povo líbio para que as ações de seu líder e dos lideres ocidentais não recaem sobre o povo da líbia.
Vamos orar para que Deus de força e graça para os poucos cristãos que vivem na Líbia.
Meditem nesses pontos:
"1. Os convertidos se sentem isolados. Ore para que haja mais abertura e possibilidade de os líbios cristãos se reúnam para terem comunhão e louvarem a Deus juntos.
2. Missionários não são permitidos. Existem áreas em que há espaço e abertura para profissionais cristãos e missionários que tenham uma profissão. Ore para que cristãos de todo o mundo tornem-se profissionais destas áreas e busquem servir aos líbios no amor de Jesus Cristo.
3. A Igreja resiste a um governo que financia a propagação do islamismo. O governo líbio dá à religião islâmica um papel de destaque e contribui com missões muçulmanas em todo o mundo. Ore para que os líderes da Líbia conheçam a Cristo.
4. É arriscado para um líbio confessar sua fé em Jesus. Peça a proteção e a sabedoria de Deus para todas as conversas e relacionamentos dos convertidos.
Fontes
- Países@
- Portas Abertas Internacional "
Veja este artigo com a versão do governo Líbio:
"Argel, 21 mar (EFE).- O líder líbio, Muammar Kadafi, pediu aos líbios de todas as regiões do país que organizem nesta segunda-feira uma "marcha popular estratégica" em direção à cidade de Benghazi, com ramos de oliveira nas mãos para impedir "a agressão estrangeira", anunciou a agência oficial líbia "Jana".
Segundo Kadafi, a manifestação, organizada na "luta contra a agressão estrangeira", deverá reunir dezenas de tribos líbias procedentes de todas as regiões do país em direção à segunda cidade líbia e bastião dos rebeldes.
Os participantes deverão levar ramos de oliveira em suas mãos para "apontar os problemas de forma pacífica e não dar motivo aos inimigos que atacam a Líbia e que buscam se apoderar de suas riquezas", afirmou a agência oficial.
Além disso, a "Jana" indicou que os participantes da passeata "serão acompanhados" por integrantes das tribos de Benghazi, "os mesmos que pegaram em armas contra as unidades das forças populares armadas", em referência às tropas do regime.
Por outro lado, o Ministério da Defesa líbio deplorou nesta segunda-feira, em comunicado citado pela agência oficial, que "as outras partes" não tenham respeitado o novo cessar-fogo declarado no domingo pelo Governo de Trípoli.
O Departamento de Defesa afirmou que as bombas e os mísseis continuam atingindo a Líbia e causando "dezenas de vítimas civis" e que os "terroristas filiados à Al Qaeda prosseguem seus ataques armados". EFE"
AS nações ocidentais terão a sua versão sobre a verdade, mas nenhuma delas irá justificar a mortes de inocentes.
“A Bíblia, toda a Bíblia e nada mais do que a Bíblia, é a religião da Igreja de Cristo.”
C. H. Spurgeon
Igreja Assembléia de Deus
Cachoeira Paulista - SP
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segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 10 de outubro de 2010
PT estuda tirar aborto de programa para estancar queda de Dilma entre religiosos
Acuado pela perda de votos de evangélicos na reta final do primeiro turno, o PT ensaia deixar de lado a defesa programática da descriminalização do aborto e já planeja retirar a proposta do programa do partido, aprovado em congresso. A medida deve ser discutida em reunião da Executiva do PT, como forma de responder aos rumores contra a candidata à Presidência, Dilma Rousseff, apontados como o principal motivo para o crescimento de Marina Silva (PV), contrária à legalização do aborto, e a consequente ida da disputa presidencial ao segundo turno.
O primeiro contra-ataque partiu do secretário de Comunicação do PT, André Vargas. “O Brasil verdadeiramente cristão não votará em quem introduziu a pílula do dia seguinte, que na prática estimula milhões de abortos: Serra”, disse em seu Twitter. A pílula do dia seguinte é um dos métodos contraceptivos criticado pela Igreja Católica e distribuída pelo Ministério de Saúde. Diferentemente do que Vargas sugere, sua adoção foi decidida antes de o tucano José Serra, rival de Dilma no segundo turno, ser titular da pasta.
O secretário de Comunicação do PT defende ainda o isolamento da ala do partido pró-legalização. “Agora é hora de envolver mais dirigentes na campanha. Foi um erro ser pautado internamente por algumas feministas. Eu e outros fomos contra”. Um dos coordenadores da campanha de Dilma, José Eduardo Cardozo, reconhece que a resolução do PT, pró-descriminalização do aborto, não é unânime no partido e não é a posição de Dilma.
Antes de ser candidata, Dilma defendia abertamente a descriminalização da prática -o fez, por exemplo, em sabatina na Folha em 2007 e em entrevista em 2009 à revista “Marie Claire”.
Depois, ao longo da campanha, disse que pessoalmente era contra a proposta. Hoje, diz que repassará a discussão ao Congresso.
O tema se tornou tão incômodo que ontem, ao “Jornal Nacional”, Dilma o citou mesmo sem ter sido questionada (ela teve um minuto e meio para “dar uma mensagem aos eleitores”). “Eu tenho uma proposta de valores. Um princípio nosso de valorizar a vida em todas as suas dimensões”.
A senadora eleita Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que a defesa da descriminalização do aborto pode até ser defendida por algumas alas do partido, mas pode “custar a Presidência da República”. Aqui
Blog do Reinaldo Azevedo ( Revista Veja)
Questões importantes:
Porquê a Liderança evangélica não apoiou a Marina?
Porquê os evangélicos( todos os brasileiros inclusos) ainda não compreenderam o valor do seu voto?
Acuado pela perda de votos de evangélicos na reta final do primeiro turno, o PT ensaia deixar de lado a defesa programática da descriminalização do aborto e já planeja retirar a proposta do programa do partido, aprovado em congresso. A medida deve ser discutida em reunião da Executiva do PT, como forma de responder aos rumores contra a candidata à Presidência, Dilma Rousseff, apontados como o principal motivo para o crescimento de Marina Silva (PV), contrária à legalização do aborto, e a consequente ida da disputa presidencial ao segundo turno.
O primeiro contra-ataque partiu do secretário de Comunicação do PT, André Vargas. “O Brasil verdadeiramente cristão não votará em quem introduziu a pílula do dia seguinte, que na prática estimula milhões de abortos: Serra”, disse em seu Twitter. A pílula do dia seguinte é um dos métodos contraceptivos criticado pela Igreja Católica e distribuída pelo Ministério de Saúde. Diferentemente do que Vargas sugere, sua adoção foi decidida antes de o tucano José Serra, rival de Dilma no segundo turno, ser titular da pasta.
O secretário de Comunicação do PT defende ainda o isolamento da ala do partido pró-legalização. “Agora é hora de envolver mais dirigentes na campanha. Foi um erro ser pautado internamente por algumas feministas. Eu e outros fomos contra”. Um dos coordenadores da campanha de Dilma, José Eduardo Cardozo, reconhece que a resolução do PT, pró-descriminalização do aborto, não é unânime no partido e não é a posição de Dilma.
Antes de ser candidata, Dilma defendia abertamente a descriminalização da prática -o fez, por exemplo, em sabatina na Folha em 2007 e em entrevista em 2009 à revista “Marie Claire”.
Depois, ao longo da campanha, disse que pessoalmente era contra a proposta. Hoje, diz que repassará a discussão ao Congresso.
O tema se tornou tão incômodo que ontem, ao “Jornal Nacional”, Dilma o citou mesmo sem ter sido questionada (ela teve um minuto e meio para “dar uma mensagem aos eleitores”). “Eu tenho uma proposta de valores. Um princípio nosso de valorizar a vida em todas as suas dimensões”.
A senadora eleita Gleisi Hoffmann (PT-PR) afirmou que a defesa da descriminalização do aborto pode até ser defendida por algumas alas do partido, mas pode “custar a Presidência da República”. Aqui
Blog do Reinaldo Azevedo ( Revista Veja)
Questões importantes:
Porquê a Liderança evangélica não apoiou a Marina?
Porquê os evangélicos( todos os brasileiros inclusos) ainda não compreenderam o valor do seu voto?
domingo, 29 de agosto de 2010
Legitimidade
A campanha eleitoral começou e agora?? Qual será o posicionamento da nossa liderança evangélica ? Eles tem legitimidade para falar em nome dos evangélicos ? O nível de envolvimento dos nossos lideres com políticos não afetaram o seu discernimento ?
Na linguagem política, entende-se por legalidade um atributo e um requisito do poder, daí dizer-se que um poder é legal ou age legalmente ou tem o timbre da legalidade quando é exercido no âmbito ou de conformidade com leis estabelecidas ou pelo menos aceitas. Embora nem sempre se faça distinção, no uso comum e muitas vezes até no uso técnico, entre legalidade e legitimidade, costuma-se falar em legalidade quando se trata do exercício do poder e em legitimidade quando se trata de sua qualidade legal: o poder legítimo é um poder cuja titulação se encontra alicerçada juridicamente; o poder legal é um poder que está sendo exercido de conformidade com as leis. O contrário de um poder legítimo é um poder de fato; o contrário de um poder legal é um poder arbitrário" (Norberto Bobbio, Dicionário de Política, V.2, Editora UNB, Página 674).
Partindo dessa definição podemos concluir que a atual liderança da igreja não pode falar em nosso nome e isto é muito sério no mínimo representa uma crise na igreja.
Na linguagem política, entende-se por legalidade um atributo e um requisito do poder, daí dizer-se que um poder é legal ou age legalmente ou tem o timbre da legalidade quando é exercido no âmbito ou de conformidade com leis estabelecidas ou pelo menos aceitas. Embora nem sempre se faça distinção, no uso comum e muitas vezes até no uso técnico, entre legalidade e legitimidade, costuma-se falar em legalidade quando se trata do exercício do poder e em legitimidade quando se trata de sua qualidade legal: o poder legítimo é um poder cuja titulação se encontra alicerçada juridicamente; o poder legal é um poder que está sendo exercido de conformidade com as leis. O contrário de um poder legítimo é um poder de fato; o contrário de um poder legal é um poder arbitrário" (Norberto Bobbio, Dicionário de Política, V.2, Editora UNB, Página 674).
Partindo dessa definição podemos concluir que a atual liderança da igreja não pode falar em nosso nome e isto é muito sério no mínimo representa uma crise na igreja.
sábado, 21 de agosto de 2010
Estou postando algumas opiniões dos canditatos que lideram as pesquisas eleitorais a presidência do Brasil
Casamento é uma coisa que diz respeito à visão que a pessoa tem da relação religiosa. Eu sou a favor da união civil. Acho
que eles têm de ter direitos civis.
Dilma Rousseff - Sobre o tema: casamento gay
Eu não concordo com isso porque [...] todos os estudos têm apontado que uma droga não anda sozinha. Ela se combina com a outra.
Dilma Rousseff - Sobre o tema: maconha
[Sou favorável] quando as mulheres tiverem risco de vida ou nos casos que
a legislação permite.
Dilma Rousseff - Sobre o tema: aborto
Sou a favor da união civil, com todos os direitos e efeitos práticos de um casamento.
José Serra - Sobre o tema: casamento gay
Eu sou contra [...] Mesmo a maconha acaba funcionando como porta de entrada [para outras drogas].
José Serra - Sobre o tema: maconha
Eu não sou a favor do aborto. Não sou a favor de mexer na legislação.
Agora, qualquer deputado pode fazer isso. Como governo, eu não vou
tomar essa iniciativa.
José Serra - Sobre o tema: aborto
Casamento para mim é um sacramento, e pelo meu
princípio de fé, eu não defendo [...] Os direitos civis dessas pessoas devem ser respeitados.
Marina da Silva - Sobre o tema: casamento gay
Eu tenho uma posição contrária. Defendo um plebiscito para que a sociedade faça esse debate.
Marina da Silva - Sobre o tema: maconha
Para ampliar para além das formas que já temos no Brasil é preciso que se faça um plebiscito. [A legalização] Envolve aspectos morais, filosóficos, éticos e religiosos, e o debate ainda é insuficiente.
Marina da Silva - Sobre o tema: aborto
Dados obtidos no portal R7
Casamento é uma coisa que diz respeito à visão que a pessoa tem da relação religiosa. Eu sou a favor da união civil. Acho
que eles têm de ter direitos civis.
Dilma Rousseff - Sobre o tema: casamento gay
Eu não concordo com isso porque [...] todos os estudos têm apontado que uma droga não anda sozinha. Ela se combina com a outra.
Dilma Rousseff - Sobre o tema: maconha
[Sou favorável] quando as mulheres tiverem risco de vida ou nos casos que
a legislação permite.
Dilma Rousseff - Sobre o tema: aborto
Sou a favor da união civil, com todos os direitos e efeitos práticos de um casamento.
José Serra - Sobre o tema: casamento gay
Eu sou contra [...] Mesmo a maconha acaba funcionando como porta de entrada [para outras drogas].
José Serra - Sobre o tema: maconha
Eu não sou a favor do aborto. Não sou a favor de mexer na legislação.
Agora, qualquer deputado pode fazer isso. Como governo, eu não vou
tomar essa iniciativa.
José Serra - Sobre o tema: aborto
Casamento para mim é um sacramento, e pelo meu
princípio de fé, eu não defendo [...] Os direitos civis dessas pessoas devem ser respeitados.
Marina da Silva - Sobre o tema: casamento gay
Eu tenho uma posição contrária. Defendo um plebiscito para que a sociedade faça esse debate.
Marina da Silva - Sobre o tema: maconha
Para ampliar para além das formas que já temos no Brasil é preciso que se faça um plebiscito. [A legalização] Envolve aspectos morais, filosóficos, éticos e religiosos, e o debate ainda é insuficiente.
Marina da Silva - Sobre o tema: aborto
Dados obtidos no portal R7
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